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ENTENDA O CONCEITO DE CRESCIMENTO EXPONENCIAL


Para começar a entender esse conceito é preciso voltar ao passado e analisar alguns exemplos clássicos da história do cinema, como o De Volta para o Futuro. Este filme foi interpretado em 1985 por Michael J. Fox onde ele viaja 30 anos a sua frente chegando ao dia 9 de junho de 2015.

O filme mostra que no futuro ele vê diversas mudanças que na época pareciam impossíveis de acontecer, como o óculos de realidade virtual, skates voadores e roupas que se adaptam ao corpo. A maioria desses conceitos já estão aplicados hoje e inclusive um mesmo produto já possui uma infinidade modelos diferentes,alguns até de fabricação caseira, onde o consumidor tem a possibilidade de montar o produto, como é o exemplo do Google Cardboard.

Fonte: Google.com/cardboard

Mas como isso é possível? Será que os roteiristas do filme tinham uma bola de cristal, realmente viajaram para o futuro ou tiveram sorte? Nem uma coisa nem outra, eles utilizaram uma mescla de ferramentas que vem sendo aperfeiçoada cada vez mais, principalmente no mundo dos negócios, lugar onde a saúde das empresas depende da sua capacidade de inovar. Já que é verídico afirmar que esse, assim como muitos outros filmes, lançam tendências, vamos adiante e entender como tudo isso acontece.

Para explicar o termo crescimento exponencial, ou o mais comumente chamado de passos largos da tecnologia, é preciso analisá-lo por etapas. A primeira delas é a mundialmente conhecida lei de Moore, um pináculo da tecnologia, utilizada para ditar o ritmo de crescimento e de inovação da indústria desde 1960.

Em 1965, Gordon Moore, fundador da Intel, observou que o número de transitores em um chip deveria dobrar em aproximadamente 18 meses, mantendo o mesmo custo de produção. Claro que não é uma regra e esse período pode variar, mas tenha certeza de que vai acontecer. Gordon Moore também foi o fundador da Fairchild, uma das pioneiras empresas de semicondutores, a qual ajudou no crescimento e desenvolvimento do Vale do Silício, local onde está instalada a Singularity University, no campus da NASA. Esta instituição é focada no estudo de como as tecnologias exponenciais podem impactar a humanidade em um futuro bem próximo.

Mas apenas esse conceito não é suficiente para explicar como nascem as tendências, afinal saber como fazer não quer dizer que sabemos o que fazer. Para auxiliar nesse outro ponto existe um conceito chamado estacionariedade, muito utilizado no mercado financeiro. Este conceito é explicado pelo Economista André Perfeito, em entrevista para o blog TAB de uma forma muito simples. André diz que a chance encontrarmos a Dilma Rousseff de cabelo rosa tende a zero, porque além de outras obervações, em todas as vezes que nós vimos a presidenta ela nunca esteve de cabelo rosa. Isso é uma relação estacionada, nós formamos um padrão de acontecimentos que nos permitem fazer uma previsão do futuro e dizer que até o final do seu mandato a presidenta não terá cabelo rosa.

É isso que filmes futuristas e empresas de inovação fazem: analisam o comportamento do ser humano, pesquisam sobre a evolução exponencial das tecnologias e planejam seus lançamentos unindo esses dois conceitos. Assim criam coisas que hoje parecem impossíveis de acontecer, mas daqui aproximadamente 18 meses podem ser totalmente viáveis, afinal nosso poder tecnológico até lá será dobrado.

Isso é o que chamamos de futurismo, uma espécie de modelo matemático que é capaz de revolucionar o mercado que conhecemos em apenas dois anos. Mas uma coisa é importante, não podemos esquecer do design, uma ciência que tem o poder de potencializar qualquer tipo de tendência.

Se ainda tem dúvidas, não se preocupe, falaremos mais sobre o assunto e como potencializar seus projetos com design futurista nos próximos posts.


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